O vereador Sargento Salazar foi categórico em conversa com aliados: se o PL no Amazonas fechar uma aliança com o União Brasil do governador Wilson Lima para tentar eleger Tadeu de Souza, ele deixa imediatamente o partido e se filia ao Novo.
A informação mais sensível é que Salazar não sairia sozinho. A tendência é que pré-candidatos ligados ao bolsonarismo acompanhem o movimento, o que teria impacto direto no tamanho e na identidade do PL no estado. Nos bastidores, a leitura é clara: se essa migração ocorrer, o partido perde musculatura eleitoral e protagonismo no campo da direita amazonense.



