Uma denúncia exclusiva e alarmante chegou à redação do Portal CM7 Brasil nesta quarta-feira (18), expondo um verdadeiro atentado à saúde pública no Conjunto Ajuricaba, zona centro-oeste de Manaus. O alvo da acusação é o estabelecimento “Mercado da Carne”, que funciona de forma integrada com a “Hamburgueria MDC”. Imagens enviadas pelo denunciante revelam um cenário de horror nos bastidores do local. As fotos mostram peças inteiras de carne crua e costelas jogadas diretamente no chão, sobre um piso de azulejo encardido e manchado de sangue velho. Em outra imagem, embutidos aparecem armazenados sobre grelhas de metal enferrujadas, com acúmulo de gordura e sujeira, logo abaixo de panos imundos pendurados, evidenciando o risco iminente de contaminação cruzada.
Produtos Vencidos desde 2025 Além da falta de higiene, a denúncia aponta a comercialização criminosa de produtos fora do prazo de validade. As fotos comprovam a existência de lotes vencidos ainda em estoque. Uma caixa de “Kit Carne”, com uma etiqueta de “Feliz Natal”, exibe a data de pesagem de 16/12/2025. Estamos em meados de fevereiro de 2026, ou seja, o produto está vencido há dois meses. Outra imagem flagra uma caixa de maionese “Bon Sauce” datada de novembro do ano passado. Segundo o relato recebido pelo CM7, a prática de “maquiar” a validade é rotineira. “Na Hamburgueria, até molho de pimenta e mostarda são raspados para os clientes não verem a data vencida”, afirma o denunciante. A acusação detalha ainda que os petiscos (referidos como “tekitos”) vendidos atualmente seriam produzidos com esses ingredientes impróprios para o consumo.
Risco ao Consumidor A gravidade da situação reside no fato de que o açougue abastece a hamburgueria, colocando em risco não apenas quem compra a carne in natura, mas também os clientes que frequentam o local para lanche. Iogurtes e macarrão instantâneo também aparecem nas imagens misturados a materiais de escritório, fora de refrigeração adequada. Até o momento, os proprietários do Mercado da Carne e da Hamburgueria MDC não se pronunciaram sobre as imagens vazadas. O espaço permance aberto. A denúncia agora exige uma fiscalização urgente da Vigilância Sanitária (VISA) e do Procon-AM para que o estabelecimento seja inspecionado e a população do Ajuricaba protegida desse descaso sanitário.



