A advocacia amazonense escolheu os seis nomes que vão compor a lista sêxtupla do Quinto Constitucional da OAB-AM destinada ao Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). Foram eleitos Marco Aurélio Choy, Carlos Alberto Ramos Filho e Aniello Autiero, entre os homens, e Giselle Falcone Medina, Grace Benayon e Carmem Romero, entre as mulheres.
Os grandes vencedores da disputa, conforme já era apontado nos bastidores da advocacia, foram Marco Aurélio Choy e Giselle Falcone Medina. Choy liderou entre os homens, com 1.914 votos. Giselle foi a mais votada entre todos os candidatos, com 2.184 votos, consolidando a força de sua candidatura no processo interno da OAB-AM.
A lista masculina ficou formada por Marco Aurélio Choy, com 1.914 votos; Carlos Alberto Ramos Filho, com 1.460 votos; e Aniello Autiero, com 1.398 votos.
Entre as mulheres, foram escolhidas Giselle Falcone Medina, com 2.184 votos; Grace Benayon, com 1.293 votos; e Carmem Romero, com 1.207 votos.
A eleição foi realizada pela OAB-AM e mobilizou quase 8 mil advogados em todo o Amazonas. Em Manaus, a votação ocorreu na Arena da Amazônia, na zona Centro-Sul, com apoio de 25 urnas eletrônicas cedidas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM). No interior, o pleito foi realizado em sete municípios, com urnas de lona.
Paridade de gênero
A escolha deste ano marcou a primeira aplicação da paridade de gênero obrigatória na formação da lista sêxtupla da OAB-AM para o Quinto Constitucional. Pela regra, cada advogado votou em três homens e três mulheres, garantindo a composição final com igualdade entre os gêneros.
A paridade colocou três advogadas na lista que será encaminhada ao TJAM: Giselle Falcone Medina, Grace Benayon e Carmem Romero. O mesmo ocorreu entre os homens, com a escolha de Marco Aurélio Choy, Carlos Alberto Ramos Filho e Aniello Autiero.
Próxima etapa será no TJAM
Com a definição da lista sêxtupla pela advocacia, o próximo passo será a análise dos nomes pelo Tribunal de Justiça do Amazonas. Caberá ao TJAM reduzir a relação para uma lista tríplice.
Depois disso, a decisão final ficará com o governador do Amazonas, que escolherá o novo desembargador ou desembargadora para ocupar a vaga destinada à advocacia pelo Quinto Constitucional.
A vaga do Quinto Constitucional é uma das formas de ingresso nos tribunais prevista na Constituição Federal, reservando parte das cadeiras a integrantes da advocacia e do Ministério Público, como mecanismo de ampliação da experiência jurídica nas cortes.
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